quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

QUE TEMPOS SÃO ESSES?!

Caramba, 2010 nem começou direito e já fomos bombardeados por uma série de más notícias. Entre mortos e feridos, lá se vão nossa alegria e esperança, tão habituais nessas épocas de princípio de ano. São as chuvas que inundam nossa razão, são terremotos que estremecem nossa alma. Sobram apenas perplexidade, tristeza e medo.
Difícil não se inquietar com tantos problemas ocorrendo, com tanta gente passando por maus pedaços, com a sensação de incapacidade diante da magnitude dos fatos ocorridos. Começo a questionar meus próprios pontos de vista sobre questões religiosas, sobre as crenças e mitos que premeditam catástrofes, juízo final, fim do mundo e coisas do tipo. Eu que sempre me mantive distante destas discussões, por achá-las um tanto exageradas e por ver pessoas se aproveitando deste tipo de assunto, usando de má fé para com os menos esclarecidos, confesso que aumentei o respeito que já tinha sobre tudo o que disso deriva. Enfim, não cabe estender o assunto, porque é algo muito particular, cada qual tem sua forma de pensar. De qualquer maneira, tem havido muita negligência e indiferença a respeito de muitas coisas e bastante gente está pagando caro.
Vale pensar um pouco sobre tudo isso.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

2010, JÁ ESTAMOS DENTRO!

Fim de ano, tempo de rever o que passou e projetar coisas novas. É época de renovar as esperanças, refazer planos e promover aquela mudança de hábito. Pelo menos até o primeiro dia útil de trabalho do ano, onde normalmente a rotina tende logo a abafar os novos sonhos.
Por favor, não pensem que sou o pessimista da hora, o estraga prazer de fim de ano. Apenas descrevi o que vejo e ouço falar. Nossa realidade, nua e crua, comumente nos remete a um dia a dia intenso e desgastante, entramos numa roda viva, um ciclo vicioso que infelizmente faz diminuir rapidamente a intensidade daqueles sentimentos que manifestamos nas festas natalinas, nos reveillons da vida.
Eu sou um exemplo típico destes personagens que interpretam o doce/amargo espetáculo da rotina diária. Sonho, desejo, penso, prometo e pouco faço. Assim as coisas acabam não acontecendo como gostaria, às vezes até reclamo, embora não tenha esse direito. Os dias passam e o comodismo toma conta.
O que desejo para este novo ano, é que tenhamos um pouco mais de leveza, mais simplicidade, atenção aos detalhes e as pessoas. Penso que as coisas mais simples são as que proporcionam maior satisfação. Que consigamos sair dessa zona de conforto que inibe nossas melhores características e que nosso potencial possa ser explorado ao máximo.
O que mais quero para mim e para você é que encontremos o equilíbrio e a sabedoria para tomarmos sempre as melhores decisões.
Este ano de 2010 tende a ser um ano bom, tem carnaval, copa, eleição, tem Guns N'Roses no Brasil e uma série de coisas interessantes. Tiremos o melhor proveito e aprendizado dessas coisas todas.
Grande ano a todos, aquele abraço.